Deus gosta de fazer discípulos

EDITORIAL - A verdadeira dinâmica da arte de fazer discípulos é como uma “ciranda”, como um ciclo contínuo de testemunho, relacionamento e fé

Deus gosta de fazer discípulos. Não à toa, ele nos comissionou para tal (Mt 28). Mas não fazemos discípulos simplesmente para que nos sigam, mas para que possam ir até Jesus – o Mestre (Rabi) e o Messias (Cristo).

 

Não fazemos discípulos simplesmente para que nos sigam, mas para que possam ir até Jesus!

 

Podemos ver melhor essa lógica abençoada no trecho de João 1.35-42. Por favor, leia-o pausadamente e com atenção!

“No dia seguinte, João estava outra vez na companhia de dois dos seus discípulos e, vendo Jesus passar, disse: — Eis o Cordeiro de Deus! Os dois discípulos, ouvindo-o dizer isso, seguiram Jesus. E Jesus, voltando-se e vendo que o seguiam, disse-lhes: — O que vocês estão procurando? Eles disseram: — Rabi, onde o senhor mora? (“Rabi” quer dizer “Mestre”.) Jesus respondeu: — Venham ver! Então eles foram, viram onde Jesus estava morando e ficaram com ele aquele dia. Eram mais ou menos quatro horas da tarde. André, o irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido o testemunho de João e seguido Jesus. Ele encontrou primeiro o seu próprio irmão, Simão, a quem disse: — Achamos o Messias! (“Messias” quer dizer “Cristo”.) E o levou a Jesus. Jesus olhou para ele e disse: — Você é Simão, filho de João, mas agora será chamado Cefas. (“Cefas” quer dizer “Pedro”.)”

 

A ciranda

A narrativa evidencia que João fazia discípulos para que eles, assim, seguissem a Jesus (1.37, 40). Esse era o fluxo. Foi o que ocorreu com os seus dois discípulos (um deles, André). A partir do testemunho de João, André seguiu a Cristo, passou a tarde com ele, e depois convidou seu irmão Simão Pedro a também segui-Lo.

É como uma “ciranda da fé”, como o fluxo da correnteza conduzindo as águas do rio para o mar, como um ciclo contínuo de testemunho, relacionamento e fé:

  • João faz discípulos;
  • João testemunha a eles sobre Cristo (“Eis o Cordeiro de Deus!”);
  • Os dois discípulos (entre eles, André) seguem a Jesus que, por sua vez, os convida e os recebe (“Venham ver!”);
  • Impactados, os discípulos fazem outros discípulos para que sigam a Jesus (André chamou seu irmão Simão Pedro);
  • Jesus recebe Simão Pedro e o “batiza” de Cefas. Na verdade, reafirmando profeticamente sua vocação no reino de Deus como apóstolo daquele que é a “pedra angular”.

 

Eis a verdadeira dinâmica da arte de fazer discípulos! Eis o movimento santo que transforma vidas e a sociedade! A base para sustentar uma comunidade e fazê-la crescer.

A igreja que não faz discípulos, no mínimo, deixa de realizar justamente o que Deus mais gosta que seja feito.

 

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Imagem do topo: Pixabay
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Lissânder Dias

Membro da 2a IPI de Maringá, PR, e editor do Portal O Estandarte

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