Recomendações para as Igrejas sobre Sexualidade

Confira a versão atualizada da “Pastoral Igreja e Sexualidade”, aprovada na 62ª Assembleia geral da IPI do Brasil

O tema da sexualidade é delicado e polêmico, mas fundamental para a vida da Igreja de Cristo inserida no contexto atual. Como orientar os pastores e líderes sobre problemas relacionados ao assunto?

 

Documento aprovado

Foi por isso que a 62ª Assembleia Geral da IPI do Brasil, reunida nos dias 30 de julho a 2 de agosto de 2025, apreciou documento do Sínodo Rev. Jonas Dias Martins com parecer da Comissão de Pastoral e Sexualidade do Presbitério de Londrina e tomou a decisão de aprovar a Pastoral Igreja e Sexualidade – que teve sua primeira edição na Assembleia Geral de Poços de Caldas, MG, ainda em 2011.

 

Pontos fundamentais

O documento começa reconhecendo “que o ser humano, juntamente com toda a criação, foi afetado pela realidade do pecado e, por isso, carece da graça redentora de Deus (Rm 3.23)”, mas que temos as Escrituras e a Teologia Reformada para nos guiar.

A Pastoral destaca o princípio da constituição da família (Gn 2.24), o matrimônio heterossexual (Mt 19.6, Mc 10.8 e Ef 5.31) e o casamento como “figura emblemática da união entre Cristo e a sua Igreja (Ef 5.25)”.

Já sobre a sexualidade, a Pastoral a reconhece como “bênção divina concedida ao ser humano e à criação como um todo” e, como tal, “não deve ser banalizada, instrumentalizada, comercializada ou praticada de forma leviana, libertina ou abusiva”. Ao mesmo tempo, afirma que “a Igreja admite seu lapso em não oferecer programas de prevenção, educação e orientação sobre a sexualidade humana na perspectiva cristã”.

 

Recomendações

A parte final do documento traz algumas recomendações práticas aos pastores e líderes, entre elas, que:

  • Promovam palestras educativas, estudos bíblicos, seminários e treinamentos conscientizando sobre a necessidade de criar ambientes seguros para vítimas de violência ou ameaça sexual;
  • Os concílios e igrejas não acobertem e nem silenciem perversidades sexuais;
  • Que todas as pessoas sejam acolhidas e amadas pela igreja.

 

Ao final, o documento salienta que a IPIB “abomina o pecado, sendo ele de qualquer forma ou natureza, no entanto empreende esforços ao exercício do amor – semelhante ao de Cristo para com todos os pecadores – com a intenção final de apresentar-lhes a obra redentora do Calvário (Rm 3.10,23; 6.23)”.

 


NA ÍNTEGRA

Leia, na íntegra, aqui, a PASTORAL IGREJA E SEXUALIDADE.

 

Foto do topo: Pixabay.

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