Março chegou, e com ele a gratidão pela trajetória de igrejas da IPI que fazem aniversário neste mês. Essa é a agenda principal do presidente da IPIB, Rev. Sergio Gini, ao longo dos próximos 30 dias. Começou ontem (01) com a visita à IPI de Campo Mourão, PR, para as celebrações de 58 anos de vida da comunidade.
Além dela, outras quatro igrejas que fazem aniversário em março receberão a visita do presidente. São elas:
- Dia 7/3 – 75 anos da IPI de Vila Palmeiras, SP;
- Dia 8/3 – 35 anos da IPI Vida Nova, SP;
- Dia 15/3 – 59 anos da IPI Central de Pilar do Sul, SP;
- Dia 21/3 – 153 anos da IPI de Cachoeirinha do Avaré – Barra Grande, Avaré, SP.
Igreja dos ancestrais

A IPI de Cachoerinha de Avaré, SP, é mais antiga até do que a própria IPIB. Isso porque ela é a 11ª igreja presbiteriana organizada no Brasil, com o nome de Igreja Presbiteriana do Rio Novo. Tendo aderido ao movimento de independência em 1903, passou a se chamar Igreja Presbiteriana Independente de Cachoeirinha do Avaré.
“É a igreja da minha família. Meus ancestrais – maternos e paternos – foram evangelizados pelo Rev. Da Gama, missionário da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, em 1873. Foram os primeiros crentes na serra de Botucatu”, explica Rev. Gini.
Mais duas igrejas estão no itinerário de março do Rev. Gini:
- 22/03 – 10h00 – 2 IPI de Avaré, SP;
- 22/03 – 19h30 – 1 IPI de Avaré, SP.
Celebrar as histórias das igrejas locais é valorizar o legado
A maior parte de nossas igrejas, especialmente as mais antigas, costumam comemorar os seus aniversários de organização nos quatro primeiros meses do ano. Isso tem uma explicação lógica: os presbitérios geralmente se reúnem no final do ano e aprovam a organização de uma nova igreja para os meses seguintes. No geral, os meses com o maior número de igrejas aniversariando são fevereiro e março.
Para as comemorações de seus aniversários as igrejas, geralmente, organizam um culto especial e convidam um pregador. O presidente da Diretoria da Igreja e moderador da Assembleia Geral tem sido convidado sistematicamente para participar dessas celebrações.
“Celebrar as histórias das igrejas locais é valorizar o legado dos nossos pioneiros, em diferentes contextos e situações. É um momento de louvor a Deus pelos seus poderosos feitos, como diz o velho hino ‘Deus dos Antigos’, mas também uma oportunidade de celebrarmos aquilo que Deus está fazendo hoje, com o seu povo agora. Unir o passado ao presente é poder projetar um futuro de bênçãos e de ardente expectativa pelo desenvolvimento da Igreja”, destaca o Rev. Sergio Gini.







