Confira a nossa curadoria editorial sobre a mulher no reino de Deus com cinco artigos escritos por mulheres da IPI do Brasil, entre pastoras, presbíteras e professoras. Para ler o artigo completo, basta clicar no respectivo título.
1.
Mulheres vocacionadas para a Missão de Deus
(Rev. Nina Antônia de Carvalho)
A manifestação do Espírito Santo no dia de Pentecostes marca o início da igreja, o que não significa que antes desse evento o Espírito de Deus não se manifestasse na vida do seu povo.
O Espírito Santo agora vem para “habitar” em todo seguidor e seguidora do Senhor Jesus Cristo. Em Atos 2, cumpre-se a promessa feita por Deus através do profeta Joel Em Joel 2. 28 e 29, lemos: “E acontecerá, depois disso, que derramarei o meu Espírito sobre toda a humanidade. Os filhos e as filhas de vocês profetizarão, os seus velhos sonharão, e os seus jovens terão visões. Até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias”.
Nesta promessa fica evidente que Deus continuará incluindo mulheres em sua missão, derramando sobre elas o Espírito Santo, fazendo delas o seu tabernáculo, habitando nelas e por meio delas agindo no mundo, através do seu evangelho por elas anunciado com ousadia e intrepidez.
2.
Mulheres prontas para o serviço
(Rev. Shirley Maria dos Santos Proença)
O tema do serviço é recorrente no ministério de Jesus, pois ele mesmo deixou a sua glória para se apresentar como servo à humanidade que se encontrava distanciada de Deus pelo pecado. Ele nos alertou contra pensamentos e práticas que distanciam da razão de ser da existência da igreja que foi instituída para cumprir a missão de Deus. Como Jesus veio ao mundo para servir, e não para ser servido (Mt 20.28), assim deve ser a vivência da igreja no exercício do serviço.
Algumas características da igreja que serve podem ser encontradas em atitudes de várias mulheres mencionadas nos textos do Novo Testamento: obediência, generosidade, devoção e compromisso.
3.
Ministérios diferentes, mas não excludentes
(Rev. Shirley Maria dos Santos Proença)
Na proposta de Jesus, homens e mulheres foram chamados para servir a Deus e ao próximo, anunciando a Boa Nova de esperança, de paz, de justiça, de libertação e de salvação. A Bíblia apresenta uma variedade de ministérios, pode-se dizer, maneiras diversas de servir a Deus e ao próximo.
Não há distinção para o exercício dos dons concedidos pelo Espírito Santo. Por isso, encontramos na narrativa bíblica grande número de mulheres mencionadas, mesmo pertencentes a um contexto em que a presença feminina estava marcada por tarefas educativas e laboriosas no ambiente doméstico.
4.
(Presba. Eleni Mender Rangel)
Deus orienta seu povo a manter viva a memória dos grandes feitos realizados por ele a fim de alimentar a fidelidade e a fé ao longo da caminhada. Conosco, não é diferente. É fundamental manter viva em nossos corações a memória da ação de Deus na vida da IPI do Brasil através de homens e mulheres que ele levanta para realizar sua obra. Como disse o Rev. Gerson Correia de Lacerda, em O Estandarte (2003), “sem memória não há identidade”. Será que temos feito isso adequadamente?
5.
Paulo teria uma companheira de jugo?
(Lidice Meyer Pinto Ribeiro)
Em Filipenses 4.2-3 Paulo encoraja duas mulheres (Evódia e Síntique) a permanecerem unidas no pensamento em Cristo e recomenda a uma pessoa que colabore com elas. Mas quem seria esta pessoa?
Em 15 versões da Bíblia em português, a palavra grega “sygyge” é traduzida como “companheiro” em 5 versões (AC, AR, ARC, Brasileira e CNBB), em 3 versões como “companheiro de jugo” (ARA, NAA e NVI), em 2 versões como “companheiro de trabalho” (LH e e NLH), como “colaborador” em 2 versões (NVT e Tradução do Novo Mundo) e, ainda como o nome próprio, “Sizígo”, em 3 traduções (Jerusalém, Capuchinhos e Africana).
—
Leia também
Todo o conteúdo da coluna “Ministério Feminino”.







